
La está a deságua que escorre ao leu
A lagrima que vem ao clamar o socorro
O grito de clemência...
E us silenciam que em barulho se mantém.
A palavra que se mantém ainda ao nó...
O desabafo que te aperta ao sangrar o próprio peito.
Leva-te a dor do profundo vazio, e deles vem o despeito.
O! Triste dor angustia e magoa que me afaga...
Deixa-me ao despertar do amanhecer.
Deixa-me livre viver aos ocultos transparecer.
Sinto-me ao vazio de despojar-me da dor...
Sinto-me distante dos pombos que voam ao criador!
Deus! Abandonaste-me nesse momento?
Não! Não aqui me dando por vencido
O! Forte coração que me diz não estas tão perdido!
Mantenha-te pulsando fortemente aqui dentro do peito!
Ao silenciar, vejo a chegando vagarosamente a me dominar.
Choro abafado, pensamentos distantes ruínas ao meu lado...
O! Grandiosa vida que veio como filme mudo diante dos olhos
O! Pequena vida que veio me abraçar.
O! Curto tempo que veio me despertar...
O! Grande DEUS... Que veio com suas fortes mãos arrancar
As fortes grades, que com minhas mãos não pude balançar
O! Grande DEUS, o senhor veio... Pra longe daqui me levar.
Msm escrita: Dia, 09/04/2010 Às 02hs55min:
Inspirada em “Bruno dos Santos Silva”


1 comentários:
Grades prendem o seu corpo,
Mas, jamais prenderia seus pensamentos e
Sonhos.
Postar um comentário